- 01
- Depende do que o sistema precisa resolver, e por isso eu não trabalho com tabela de preço. O que eu garanto é o formato: valor fechado por projeto, definido depois do diagnóstico, sem licença mensal perpétua e sem cobrança por usuário. Você sabe o total antes de começar.
- 02
- O trabalho roda em ciclos curtos, com entregas que você usa desde as primeiras semanas em vez de meses de silêncio até uma grande revelação no fim. O prazo total sai do diagnóstico, junto com o escopo. Já entreguei em dois meses um sistema de produção que pela rota convencional levaria no mínimo seis.
- 03
- Sim. A base é Sorocaba e o atendimento presencial cobre a região, de Votorantim a Itu, mas a maior parte do trabalho é remota e eu atendo empresas de qualquer lugar do Brasil. Diagnóstico e implantação em fábrica costumam pedir presença; o resto, não.
- 04
- Quase nunca. Trocar ou reestruturar o ERP é a saída cara, lenta e arriscada, e costuma ser a primeira coisa que te oferecem. Eu construo um sistema satélite que conversa com o ERP que você já tem: a operação continua de pé durante a obra e o prazo cai de meses para semanas.
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- É uma das coisas que eu mais faço. Sensor, controlador e equipamento entregando dado direto na aplicação web, em tempo real, com histórico gravado para análise. É o que separa um painel bonito de um supervisório de verdade.
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- Faço, e trato como canal de venda: estrutura que o buscador entende, conteúdo que responde o que o cliente procura e o contato caindo direto onde sua equipe atende. Se o objetivo for só uma página bonita, sem função, existem opções mais baratas que eu — e eu vou te dizer isso em vez de vender o que você não precisa.
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- Sim, para Android e iOS, sempre conectado à mesma base do sistema que roda no navegador. Aplicativo isolado, que não conversa com o resto da operação, é só mais uma ilha de dados, e ilha de dados é exatamente o problema que eu resolvo.
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- Assumo. Descoberta com quem usa o sistema, priorização por impacto, roadmap e acompanhamento até a entrega, com a sua equipe interna ou no lugar dela. É a função de um product manager exercida de fora, com a diferença de que eu também construo o que priorizo.
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- Sozinho na maior parte dos projetos: é o que mantém a decisão técnica coerente e o preço honesto, sem camada de gente para repassar recado. Em projetos grandes eu entro com desenvolvedores sob minha gestão, e a responsabilidade pela entrega continua sendo minha.
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- Quase sempre. Sistema legado costuma guardar regra de negócio valiosa presa em código ruim, e jogar tudo fora significa perder anos de conhecimento junto. Eu entro nele, entendo o que faz e modernizo por etapas, com a operação rodando durante a troca.
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- Onde ela paga o próprio custo: classificar, prever, redigir e sinalizar a exceção antes de virar problema. IA colocada porque está na moda gera conta no fim do mês e nenhum resultado. Se for esse o seu caso, eu falo antes de você gastar.
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- Servidor, backup, monitoramento e correção ficam comigo. Você não precisa contratar uma empresa de TI para manter o que eu entreguei. Se quiser evolução contínua, existe acompanhamento mensal proporcional ao serviço, nunca uma assinatura inflada que acompanha você pelo resto da vida.